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6 de março de 2018

CRO/MS debate com deputados veto ao projeto que prevê dentistas em UTI

O Projeto de Lei (PL) 59/2017, de autoria do deputado Lidio Lopes (PEN), que prevê essa medida, chegou a ser aprovado pela Assembleia Legislativa, mas foi vetado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Agora, o projeto retorna à Casa para apreciação do veto.

Antes dessa etapa, a Comissão de Odontolgia Hospitalar do CRO/MS se reuniu com o autor do projeto, que afirmou ir buscar a derrubada do veto, pois entende que esse projeto é importante para a população do Estado. Para a secretária do CRO/MS, Silvânia da Silva Silvestre Cabral, “esse encontro foi bem produtivo. Todos eles estão interessados em aprovar o projeto. Só que há alguns detalhes que precisamos analisar”.

A equipe também foi recebida por outros deputados, como deputado Amarildo Cruz (PT), apoiador do projeto. O presidente da Assembleia, Junior Mochi (PMDB), assegurou que o veto será votado já nas próximas sessões, confirmou o apoio e orientou aos conselheiros que conversem previamente com os demais deputados sobre a importância dessa lei.  “O representante da Comissão, Mário Valdo, foi quem ficou responsável de apresentar as vantagens do projeto aos deputados”, conta Silvania. 

Também dentista, a deputada Mara Caseiro (PSDB) foi clara ao dizer que jamais votaria contra sua categoria. Mostrou-se solidária ao projeto e se pôs a disposição para adequar pontos necessários para que o PL 59/2017 seja aprovado ainda nesta legislatura.

Estiveram presente na reunião Mario Baldo, Silvânia Silvestre, Fabrício Lima, Juliana Setti, Bruna Córdoba e Carolina Mendes Corrêa Henrique.

Entenda

O Projeto de Lei (PL) 59/2017 é uma luta da categoria para assegurar a assistência hospitalar necessária ao paciente. Evitando-se assim, infecções ou doenças provenientes pela falta de um profissional voltado a saúde bucal.

“O CROMS, junto a sua Comissão de Odontologia Hospitalar, vem batalhando para aprovação desse projeto, pois um dentista na UTI, além da melhorar a qualidade de atendimento aos pacientes, diminui os custos do hospital”, afirma Silvania.